domingo, 25 de novembro de 2007


INEXPLICAVELMENTE

Entre o nó na garganta e a dor no peito,
lá vou eu, titubeante passageira.

Nau sem destino, pátria sem fronteira.

Inexplicavelmente, brasileira.


Kátia Drummond

Fotógrafo não identificado.

Um comentário:

Kanauã Kaluanã disse...

Meu país... lindo e maltratado... farrapo que amo tanto!
Minha nação que abriga tantas nações... meus brasis!
Tantos sotaques! Tanta diversidade cultural! Tanta gente guerreira!
Que um dia aprendas que uma nação de povo heróico e gigante pela própria natureza
não se dobra, não se curva, não se quebra nem se inclina.
E que dos filhos deste solo possas ser, realmente, mãe gentil!

Aqui, uma minha utopia, ainda...

Katyuscia.

"E eu não tenho pátria: tenho mátria
E quero frátria..."

(Caetano Veloso)